Argonalyst

Reboot de 'Alone in the Dark' gera expectativas mistas

Argonalyst
20 March 2024

O aguardado reboot de 'Alone in the Dark' está prestes a desembarcar nas plataformas PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC no dia 20 de março, prometendo trazer novos ares ao título que é considerado um dos pioneiros do gênero survival horror. Desenvolvido pela Pieces Interactive e sob a chancela da THQ Nordic, o lançamento, porém, vem acompanhado de um receio por parte dos fãs, devido às notas pouco animadoras divulgadas pela crítica especializada.

No Metacritic, o jogo alcançou uma média de 59 pontos no PlayStation 5, baseada em 31 análises, 58 pontos na versão para Xbox, com 7 análises, e uma pontuação um pouco superior no PC, com 66 pontos oriundos de 11 análises. No Opencritic, a média é de 66 pontos e apenas 41% dos críticos recomendam o game, sinalizando que os jogadores devem ajustar suas expectativas se forem fãs da franquia original.

A principal fonte de desapontamento apontada pelos críticos está no combate do jogo, qualificado como 'medíocre', e na falta de polimento, que se manifesta através de bugs que atrapalham a experiência de jogo, chegando a prender personagens no cenário ou fazer com que a câmera fique fixa de forma inadequada. 'É bem bugado. Perdi a conta de quantas vezes tive que reiniciar porque Carnby ficou preso em um pedaço de mobília', comentou Vikki Blake da Eurogamer, dando ao jogo uma nota de 2/5.

Por outro lado, há aspectos do jogo que receberam elogios, como a ambientação e o design da mansão Decerto, que oferece surpresas e sustos ao 'se reorganizar' de maneiras inesperadas. A quantidade de puzzles também foi um ponto de destaque, embora sua recepção tenha sido mista, influenciando as notas de maneira positiva ou negativa a depender do crítico. Alexander, de PC Gamer, foi um dos que viu com bons olhos a aventura, destacando a 'história de horror cósmico convincente e surpreendente' e a entrega de um balanço eficiente entre combate, exposição e puzzles, resultando em uma nota de 76.

O jogo oferece uma experiência em terceira pessoa que, apesar das críticas, busca honrar o legado do original, mantendo a mistura de elementos que definiu o gênero e inspirou títulos como Resident Evil. A narrativa de 'Alone in the Dark' leva o jogador a controlar dois personagens diferentes, exigindo que o game seja finalizado duas vezes para se ter uma visão completa da história. Além disso, no PC, os requisitos mínimos são acessíveis, recomendando-se um processador Ryzen 3 3100/Core i3-8300 e 8 GB de RAM.

A THQ Nordic ainda busca se distanciar de Resident Evil e Silent Hill quanto à ambientação, e parece ter acertado nesse quesito, com o jogo contando até mesmo com um filtro que remete ao clássico original. Apesar das ressalvas e notas mistas, fãs do gênero de horror podem encontrar em 'Alone in the Dark' uma proposta que valha a pena conferir.

Últimos vídeos

Confira os últimos vídeos publicados no canal

Argonalyst

Opus 5.5 vs GPT-6: Nenhuma IA estava preparada para esse teste

Argonalyst

O Google mapeou o CÉREBRO de uma mosca… e a internet colocou DOOM nele

Argonalyst

De imagens perfeitas a descobertas científicas: IA está mudando de nível

Argonalyst

GPT-6 fez 99,9% neste Teste… Chegamos à AGI?

Argonalyst

O "Algoritmo Mortal" está chegando? IA já pode criar vídeos infinitos

Argonalyst

Anthropic pode se tornar a ÚNICA empresa do mundo, mas a AGI pode impedir isso

Argonalyst

Como Hackers roubaram MILHÕES em Bitcoin explorando um BUG quase invisível

Argonalyst

Os EUA proibiram esses Robôs por medo de espionagem

Argonalyst

O verdadeiro motivo pelo qual querem controlar a IA

Argonalyst

IA da OpenAI escapou do Sandbox? O que REALMENTE aconteceu

Argonalyst

A maior virada da Inteligência Artificial começou... e vem da China

Argonalyst

o ALERTA de Satya Nadella que ASSUSTOU o mercado de IA

Argonalyst

GPT 5.6 SURPREENDE: OpenAI finalmente alcançou a Anthropic?

Argonalyst

Os novos modelos de IA estão decepcionando... e ninguém quer admitir isso

Argonalyst

Midjourney quer ESCANEAR humanos e o Open Source já rivaliza com Claude Opus