
A tecnologia evoluiu tão rapidamente que muitas vezes não temos tempo de acompanhar. Desta vez, a novidade tecnológica que chamou a minha atenção foi o Pixel Fold, um dispositivo dobrável que prometia ser o novo queridinho dos amantes de tecnologia. No entanto, a minha experiência com ele foi breve.
Logo nos primeiros dias de uso, o display OLED flexível começou a apresentar problemas. Os primeiros a falharem foram os 10 pixels inferiores, que formaram uma linha branca que atravessava a tela. Depois disso, a metade esquerda da tela parou de responder ao toque e, em seguida, um gradiente branco começou a crescer na tela.
Não tive tempo de fazer nada que pudesse ter causado esse problema. O telefone ficou quietinho na minha mesa enquanto eu escrevia sobre ele. De vez em quando, eu parava para mexer na tela, tirar uma captura de tela ou abri-la e fechá-la. Não deixei cair e nem expus a situações que pudessem danificá-lo. Mas, mesmo assim, o Pixel Fold morreu.
A falha na tela foi causada por um problema na camada de plástico que protege o OLED. Essa camada não se estende até as bordas da tela, deixando uma margem em que o OLED fica exposto. Qualquer coisa que caia ali pode danificar a tela, como foi o meu caso. Um pequeno objeto entrou nessa margem e, quando fechei o telefone, o outro lado acabou pressionando a tela o suficiente para perfurá-la.
É triste ver uma tecnologia tão promissora falhar assim. O Pixel Fold poderia ter sido um grande sucesso, mas, ao que parece, ainda há muito o que melhorar. Esperamos que outras empresas possam aprender com esses erros e trazer ao mercado dispositivos dobráveis mais resistentes e duráveis.
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