
O Google anunciou uma grande evolução em sua plataforma de inteligência artificial, com o lançamento do Gemini, um novo e avançado chatbot que veio substituir o antigo Bard. Esta mudança, revelada inicialmente pelo Olhar Digital, traz uma série de novidades significativas para os usuários.
. Entre as principais atualizações, o Gemini se destaca por ser um modelo de linguagem multimodal capaz de processar texto, áudio e imagem, com uma abordagem diferenciada em três versões: Nano, Pro e Advanced. O CEO do Google, Sundar Pichai, enfatiza que a versão premium é ideal para atividades que exigem um nível superior de raciocínio e "colaboração criativa".
. O Gemini não apenas ganha um novo nome e funcionalidades, mas também um aplicativo exclusivo para dispositivos Android, enquanto os usuários de iPhone poderão acessá-lo através do app do Google. A empresa também inova com o Google One AI Premium, uma assinatura mensal de R$ 99,99 no Brasil, que integra IA generativa avançada ao serviço Google One.
. A vice-presidente do Google, Sissie Hsiao, considera a integração do Gemini aos serviços existentes como e-mail, chatbot e assistente digital uma das transições mais marcantes na trajetória da empresa.
. Com a transição de Bard para Gemini, o endereço de acesso ao chatbot também foi atualizado para "gemini.google.com". A plataforma exige certos requisitos técnicos para os dispositivos Android, como no mínimo 4 GB de memória RAM e Android 12. Os dados são processados na nuvem do Google, com exceção do Pixel 8 Pro que pode rodar a IA diretamente.
. A empresa orienta que dados sensíveis não sejam compartilhados nas "conversas" com o Gemini, pois as interações são avaliadas por humanos com o objetivo de aprimorar a tecnologia. A promessa é de uma experiência mais interativa, onde os usuários podem se comunicar com o chatbot usando texto, voz ou imagem, considerando suas capacidades multimodais.
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