
O Google surpreendeu a todos nesta quarta-feira (10) com o anúncio de uma série de aplicações com inteligência artificial generativa, capazes de criar conteúdos sozinhas. A iniciativa é uma resposta aos avanços tecnológicos de empresas como a OpenAI, dona do robô de conversas chatGPT, e Microsoft, que atualizou seu navegador Bing com IA.
Para tomar a liderança do mercado de inteligência artificial, o Google traçou uma série de estratégias. A primeira delas foi tentar ofuscar o chatGPT e a parceria dele com a Microsoft com a apresentação de inúmeros recursos usando IAs generativas de uma vez. Agora, será possível pedir para o sistema criar uma descrição de vaga de emprego, por exemplo, em questão de segundos.
Além disso, a IA do Google será capaz de escrever emails, montar planilhas e fazer edições "mágicas" de fotos para você. Tudo isso para tornar o trabalho de muita gente menos chato e mais eficiente.
Outra ferramenta que o Google adotou foi o PaLM 2, um modelo de linguagem tão poderoso que entende mais de 100 idiomas e é fluente em 20 linguagens de código. Com esse recurso, será possível programar sistemas e corrigir erros durante o desenvolvimento de um app, por exemplo.
O buscador do Google também foi aprimorado para não ficar atrás do Bing da Microsoft. Agora, o Google irá responder às perguntas complexas com resultados mais detalhados e organizados pela própria IA, logo abaixo do campo de pesquisa.
Por último, o Google quer se posicionar como uma empresa preocupada com a privacidade e uso ético dos nossos dados. A ideia é se aproveitar das críticas feitas ao chatGPT e dos riscos do uso irresponsável de sistemas com inteligência artificial. Será que o Google conseguirá alcançar os seus objetivos?
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