
Os cientistas da Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça, inovaram mais uma vez ao formar uma equipe de especialistas em robótica com o objetivo de criar uma máquina auxiliar para os astronautas em suas viagens pelo espaço, o Mori3.
Diferentemente dos robôs convencionais, o Mori3 foi projetado para lidar com ambientes confinados, comuns em satélites e estações espaciais, sendo altamente adaptável a diferentes situações espaciais.
Com a habilidade de se dobrar em espaços menores, o Mori3 pode se contorcer em uma forma circular semelhante a um pneu, permitindo uma rápida travessia por qualquer tipo de terreno. Seus quatro membros achatados conectados por juntas esféricas e dobradiças acionadas eletricamente proporcionam uma determinada amplitude de movimento, permitindo que os robôs se dobrem e se contorcem em várias formas.
Os cientistas suíços utilizaram a técnica de origami para reinventar a roda e desenvolver robôs capazes de modificar-se para assumir qualquer forma.
Apesar do medo de que a tecnologia possa substituir muitos empregos, Jamie Paik, diretor do projeto, destaca que o robô plano é comparável a um conjunto de peças LEGO robóticas, permitindo-lhe ser adaptado e montado conforme necessário, tornando-se uma ferramenta valiosa para auxiliar e não substituir os engenheiros em suas tarefas espaciais.
O Mori3, juntamente com outras inovações tecnológicas como o ChatGPT e o processador de imagem Dall-E Mini, tem mostrado a capacidade dos cientistas em criar máquinas altamente adaptáveis e versáteis que podem ajudar a alcançar um público maior.
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